DEVANEIOS DE UM BREJEIRO AUSENTE , por Enoque,Alves,Rodrigues - Clube de Autores
DEVANEIOS
DE UM BREJEIRO AUSENTE
Memórias, Caminhos e Despertares no Brejo das Almas
DEVANEIOS DE UM BREJEIRO AUSENTE
Subtítulo:
Brejo das Almas, Francisco Sá, Minas Gerais
Autor:
Enoque Alves Rodrigues
Gênero:
Crônica / Literatura Brasileira / Memórias / Ficção Reflexiva
Edição:
1ª Edição
Ano de publicação:
2026
Idioma:
português
País de publicação:
Brasil
Dados editoriais
Número de páginas:
211 páginas
Formato sugerido:
14,8 x 21 cm
Tipo de capa:
Brochura capa comum
Acabamento:
Laminação fosca com verniz localizado no título
Direitos autorais
© 2026 – Enoque Alves Rodrigues
Todos os direitos reservados.
Nenhuma parte desta obra pode ser reproduzida ou transmitida por qualquer meio,
eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação ou qualquer sistema de
armazenamento e recuperação de informações, sem autorização prévia do autor.
Produção editorial
Texto:
Enoque Alves Rodrigues
Revisão:
Antônio de Oliveira Dias
Projeto gráfico e capa:
Produção digital assistida
Diagramação:
Dejalmir Esquette
Identificação bibliográfica
ISBN:
Em cadastro junto à CBL
CDD:
869.93 (Literatura brasileira – crônicas)
📞 Contato do autor
Nota do autor
Esta obra é fruto de uma crônica
escrita em 2011, ampliada e transformada em narrativa literária.
Os fatos, personagens e cenários transitam entre memória, realidade e
imaginação, compondo uma experiência sensorial e reflexiva sobre pertencimento,
identidade e saudade.
Impresso no Brasil
AGRADECIMENTO
Este livro nasceu da saudade — aquela que aperta o peito, mas
também aquece a alma. Saudade da minha terra, das pessoas, dos caminhos simples
e das histórias que moldaram quem eu sou. Em cada página de Devaneios de um
Brejeiro Ausente, carrego lembranças que o tempo não apagou, apenas
transformou em inspiração.
Sou profundamente grato aos amigos que, com paciência e
carinho, ouviram meus relatos, incentivando-me a transformá-los em palavras.
Aos mestres da vida, contadores de histórias e figuras marcantes da minha
trajetória, deixo aqui meu respeito e admiração — cada um de vocês ajudou a
construir este livro.
Aos leitores, minha gratidão sincera. Vocês dão sentido a
tudo isso. É por vocês que essas memórias ganham voz, que essas histórias
encontram abrigo e que este brejeiro, mesmo ausente, se faz presente.
Por fim, agradeço à minha terra querida, berço das minhas
raízes, fonte inesgotável de inspiração. Que este livro leve a cada um de vocês
um pouco da essência do nosso chão, do nosso povo e do nosso jeito de sentir a
vida.
Com afeto,
Enoque Alves Rodrigues
APRESENTAÇÃO
Este livro nasce da saudade.
Não daquela saudade simples,
passageira, que se dissipa com o tempo, mas daquela que se instala no mais
profundo do ser, moldando pensamentos, sonhos e até mesmo a forma como
enxergamos o mundo.
“Devaneios de um Brejeiro
Ausente” é mais do que um relato. É uma travessia entre dois mundos: o da
realidade concreta e o da memória afetiva. Entre São Paulo e o Brejo das Almas,
entre o presente vivido e o passado eternizado.
A obra que o leitor tem em mãos é
fruto de um exercício involuntário da alma: revisitar, ainda que em pensamento,
os caminhos que um dia foram percorridos com os pés descalços da infância e com
o coração pleno de pertencimento.
Cada rua, cada praça, cada
estabelecimento aqui mencionado carrega não apenas nomes, mas histórias,
sentimentos e identidades. E, mais do que isso, carrega a essência de um povo.
Se, ao longo destas páginas, o
leitor sentir-se transportado para um lugar que talvez nunca tenha visitado,
então este livro terá cumprido seu propósito.
Porque, no fundo, todos nós temos
um “Brejo das Almas” dentro de nós.
SINOPSE
Entre a realidade e a imaginação,
um homem revisita sua terra natal sem sair do lugar.
Em “Devaneios de um Brejeiro
Ausente”, Enoque Alves Rodrigues conduz o leitor por uma caminhada sensível e
profundamente humana pelas ruas de Francisco Sá, o eterno Brejo das Almas. Em
um fluxo de memória e consciência, o autor transforma uma simples recordação em
uma jornada rica em detalhes, personagens e reflexões.
Mas o que começa como um passeio
nostálgico revela-se, pouco a pouco, um mergulho nas ilusões, nas esperanças e
nas contradições de uma cidade e de seu povo.
Até que a realidade bate à porta.
E o despertar mostra que, às
vezes, o maior dos sonhos é também o mais doloroso dos retornos.
Uma obra sobre pertencimento, identidade e o poder — e o perigo — da imaginação.
SOBRE O AUTOR
Enoque Alves Rodrigues é natural
de Francisco Sá, Minas Gerais, antigo Brejo das Almas, terra que carrega com
orgulho em sua identidade e em sua obra.
É escritor, cronista, historiador
e divulgador voluntário da cultura e da memória de sua cidade natal. Ao longo
dos anos, tem se dedicado a registrar, preservar e compartilhar histórias do
Brejo das Almas, contribuindo para que as novas gerações não percam o vínculo
com suas origens.
Sua escrita é marcada por um
estilo envolvente, reflexivo e, ao mesmo tempo, crítico, transitando com
naturalidade entre a realidade e a imaginação.
“Devaneios de um Brejeiro Ausente” representa não apenas uma obra literária, mas um testemunho afetivo de pertencimento e saudade.
PREFÁCIO
Há livros que contam histórias.
E há livros que nos contam.
“Devaneios de um Brejeiro Ausente” pertence à segunda
categoria.
Ao iniciar esta leitura, o leitor
pode imaginar que encontrará apenas uma crônica expandida, um relato
memorialista ou uma homenagem a uma pequena cidade do interior de Minas Gerais.
Mas logo perceberá que há algo além.
Há uma travessia.
Uma travessia entre o que fomos e
o que nos tornamos. Entre o lugar de onde viemos e o lugar onde estamos. Entre
aquilo que lembramos e aquilo que reinventamos ao lembrar.
Enoque Alves Rodrigues não
escreve apenas sobre Francisco Sá. Ele escreve sobre todos os lugares que
deixamos, mas que nunca nos deixaram.
E talvez seja justamente por isso
que este livro emociona: porque, em cada página, encontramos um pouco de nós
mesmos.
Devaneios de um Brejeiro Ausente
Memórias, Caminhos e Despertares No Brejo das Almas
CAPÍTULOS ESTRUTURAIS (ROTEIRO)
PARTE I — O CHAMADO DA MEMÓRIA
- A
Aeronave da Imaginação
- Entre
Dois Mundos
- São
Paulo: Presença sem Pertencimento
- O
Peso da Ausência
- A
Primeira Travessia
PARTE II — ANDANDO PELAS RUAS DO BREJO
- A
Praça Jacinto Silveira
- A
Drogaria União e os Primeiros Passos
- A
Igreja Matriz e a Fé do Povo
- A
Alameda Montes Claros
- A
Pensão de Dona Quinó
- Os
Ônibus e as Histórias de Chegada
- O
Comércio que Conta Histórias
- A
Rua Sete de Setembro
- O
Mercado Compre Sempre
- As
Subidas e Descidas da Vida
- A
Rua Marechal Floriano Peixoto
- O
Bar do Ronaldo
- As
Mercearias e o Cotidiano
- A
Rua Padre Augusto
- O
Nome que ficou na História
- Padre
Augusto Prudêncio da Silva
- Jacinto
Silveira e os Beneméritos
- A
Avenida Getúlio Vargas
- A
Igreja de São Gonçalo
- Os
Prédios do Poder
PARTE III — ENTRE A ILUSÃO E O PODER
- A
Câmara Municipal por Dentro
- A
Senhora da Portaria
- As
Fotografias Amareladas
- O
Debate Perfeito
- A
Ilusão da Representatividade
- A
Prefeitura e Seus Corredores
- O
Gabinete do Prefeito
- A
Caneta que Decide Destinos
- O
“Cumpre-se” da Esperança
- A
Felicidade Inexplicável
- O
Questionamento Silencioso
PARTE IV — O BREJO VIVO
- Correios
e Mensagens
- Espaço
Rural e Raízes
- O
Asilo São Vicente
- A
Praça Duque de Caxias
- Os
Casarões Antigos
- A
Rua Olímpio Dias
- O
Banco, o Sindicato e a Vida
- A
Rua Alfredo Sá
- Justiça,
Cartórios e Destinos
- A
Francelino Dias
- A
Voz da Rádio
- A
Rua Capitão Enéas
- Previdência
e Futuro
- A
Lauro Oliveira
- A
Escola e o Saber
- A
Loja e as Tradições
- A
Rua Zeca Guida
- O
Instituto Mineiro
- O
Café Cometa
- A
Rua Belo Horizonte
- A
Saúde do Povo
- A
Rua José Patrício Silveira
- O
Sindicato Rural
- A
Doce Magia Modas
- O
Colégio Pirâmide
- A
Travessa do Rosário
- O
Sacolão Brejeiro
- O
Hospital São Dimas
- O
Tribunal Regional Eleitoral
PARTE V — O RETORNO AO PONTO DE PARTIDA
- O
Hotel Avenida
- A
Avenida Padre Silvestre
- O
Hotel Amaralina
- O
Corpo que Pede Descanso
- O
Boizinho e os Conterrâneos
- O
Olhar de Soslaio
- O
Estranhamento
PARTE VI — O DESPERTAR
- O
Toque do Telefone
- A
Voz de Luzinete
- O
Choque da Realidade
- São
Paulo: O Verdadeiro Lugar
- A
Gargalhada
- O
Fim do Devaneio
- O
Peso do Despertar
- O
Maior dos Pesadelos
PARTE VII — REFLEXÕES DE UM BREJEIRO AUSENTE
- O
Que é Pertencer?
- A
Cidade que Nunca Nos Deixa
- Memória:
Verdade ou Invenção?
- A
Saudade Como Morada
- O
Brejo Dentro de Nós
- Entre
a Ilusão e a Vida Real
- O
Homem que Caminha Sem Sair do Lugar
- Álbum
Fotográfico do Brejo das Almas
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